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EXPEDIÇÃO AGRALE MARRUÁ VENCE OS ALAGADOS DO PANTANAL

16 mar 2006

Três pontes caídas, uma delas sobre o Rio Fortaleza, próximo à cidade de Coxin, obrigaram os participantes da Expedição Agrale Marruá e atravessar os rios desta região do Pantanal. A travessia desses rios e dos alagados enfrentados pela caravana entusiasmaram os participante pelo temor de ficarem atolados.
 
A primeira experiência que deu início às esperadas emoções dos integrantes da caravana ocorreu logo aos 76 quilômetros após a saída de Rio Verde do Mato Grosso, num alagado com cerca de um metro de profundidade. A partir desse ponto foi uma sucessão de travessias e a última ocorreu no rio Fortaleza, onde uma grande ponte cedeu e na qual trabalhadores dedicam-se a restabelecer a passagem dos veículos. As travessias mostraram a precariedade das pontes de madeira da região e que dificultam o transporte do gado criado em privilegiadas pastagens naturais.
 
As dificuldades do percurso atrasaram a viagem que chegou à média horária em torno de 20 quilômetros e a experiência vivida pelos articipantes destacou a importância do conjunto mecânico do Agrale Marruá, formado pelo motor, o sistema de transmissão e os pneus. O motor MWM-International 2.8L, com potência 132 cv, com galerias internas de circulação do líquido de arrefecimento impede a ocorrência de calço hidráulico que é a entrada de água no conjunto de pistões e também não sofre conseqüências com o choque térmico quando a água atinge o bloco do motor.
 
Também dispõe de sistema de embreagem eletromagnética para a hélice do ventilador, que deixa de funcionar no momento em que é atingida pela água e evita o seu turbilhonamento nas passagens por alagados.
 
O sistema de tração Trak Lock e os eixos dianteiro e traseiro, desenvolvidos em conjunto pela Dana e pela Agrale, garantem a transferência de força para as rodas. Estas, equipadas com pneus Firestone, possuem desenho e composição da borracha apropriados para operações pesadas.
 
O  diretor-técnico da expedição orientou os participantes com relação à passagem pelos alagados. Um dos navegadores atravessou a área inundada, com a utilização de um cajado, para medir a profundidade arrastando os pés, sem levantá-los, para evitar de pisar em arraias e livrar-se de mordidas que provocam forte dor e inflamação. A etapa também mostrou a riqueza da fauna, com jacarés, tucanos, papagaios. emas e outros animais e aves.
 
A Expedição Agrale Marruá tem término previsto para o próximo domingo na Chapada dos Guimarães, estado do Mato Grosso, onde os participantes terão concluído a distância superior a 3.500 quilômetros, desde a saída de Caxias do Sul, RS.
 


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